Opinião

Combater drogas e alcoolismo

Combater o que faz mal às pessoas é também legítima caridade.

<b>Reprodução</b> Alcoolismo
Reprodução Alcoolismo
Por Paiva Netto
Publicado em 04/08/2017

É desde cedo que se aprende como é ingrato o destino que as drogas

e o álcool apresentam às criaturas. As lamentáveis consequências saltam
aos olhos de todos. Basta ver quantas vítimas no trânsito, a infelicidade no
seio das famílias, os altíssimos custos que acarretam ao sistema de saúde.
Apenas para citar o álcool, segundo o Ministério da Saúde, estima-se um
número de dependentes entre 10% e 15% da população mundial.
As iniciativas que têm por finalidade tratar humanamente dos que
caíram nessas armadilhas do vício ou cuidar da prevenção contra esses
males merecem todo o apoio e incentivo. Combater o que faz mal às
pessoas é também legítima caridade.
Lei seca mais rígida
É providencial a nova Lei Seca no Brasil que entrou em vigência em
2012. Segundo a assessoria de comunicação do Departamento Nacional de
Trânsito (Denatran), são regras mais severas com o propósito de reduzir as
mortes e os acidentes de trânsito provocados pelo consumo de álcool.
Em 13 de outubro de 2016, o Portal Brasil publicou novas regras
para o cumprimento da Lei Seca. De acordo com o site, desde 1 o de
novembro, o condutor pego pela Operação Lei Seca dirigindo alcoolizado
ou que se recusa a fazer o teste do bafômetro passou a pagar uma multa
superior ao valor de R$ 1.915 cobrado anteriormente. “Devido a mudanças
na legislação de trânsito, o valor subirá para R$ 2.934,70, e o motorista
ainda terá a carteira de habilitação suspensa pelo prazo de 12 meses”.
Do respeito a essa Lei dependem vidas humanas. Quanto sofrimento
poderá ser evitado!

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br
www.boavontade.com