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Nova terapia para câncer de próstata

A partir de janeiro de 2018, enzalutamida estará disponível também para tratamento pré-quimioterapia no sistema privado de saúde. Neste mês é realizada a campanha Novembro Azul, de prevenção ao câncer de próstata

<b>Reprodução</b> Divulgação foi feita pelo laboratório
Reprodução Divulgação foi feita pelo laboratório
Por Astellas Farma Brasil.
Publicado em 09/11/2017

Nova terapia para câncer de próstata é incorporada pela ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou hoje (8) a incorporação da enzalutamida ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, a partir de janeiro do próximo ano. Desde 2016, a terapia está disponível no rol da ANS para uso pós-quimioterapia. No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma.
A enzalutamida, de uso oral, é um inibidor da via de sinalização do receptor de andrógenos. Com isso, o medicamento é capaz de diminuir a proliferação e induzir a morte das células de câncer de próstata, com consequente redução do volume do tumor, conforme estudos realizados in vitro. "Os resultados dos estudos clínicos mostraram que o medicamento adiou por 17 meses o tempo mediano necessário para iniciar a quimioterapia. Um período significativo de tempo durante o qual os homens têm a sua doença controlada", explica Machado Moura, diretor médico sênior para América Latina da Astellas Farma Brasil.
O processo de incorporação ao rol da ANS acontece a cada dois anos. A sociedade civil é amplamente envolvida por meio de consultas públicas, onde são emitidas opiniões sobre os medicamentos e procedimentos em análise. "Mais de 25 milhões de homens em nosso Sistema de Saúde Privada terão acesso a esta nova opção de tratamento. Essa inclusão é muito importante. É um avanço para o tratamento dos pacientes no Brasil", conclui Moura.
Tratamento - O câncer de próstata tem um tratamento multidisciplinar, onde urologista, oncologista e radioterapeuta em diversos momentos atuarão em conjunto, conforme a história da doença. Mas entre 5 e 10% dos pacientes já terão a doença metastática ao diagnóstico e uma parcela variável dos pacientes tratados inicialmente como doença localizada terão uma recidiva bioquímica (elevação do PSA) ou clínica (surgimento de metástases à distância).
Sobre Astellas Farma Brasil
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